terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Designer transforma rolhas descartadas em luminárias




Ao descobrir que uma enorme quantidade de rolhas de espumante era descartada diariamente nos bares de Londres, o designer britânico Alkesh Parmar decidiu dar uma nova finalidade àquele material.

O artista, que é especializado em transformar objetos do cotidiano em peças de iluminação, criou então a Celebration Chandelier, uma linha de luminárias feitas de rolhas descartadas.

Tanto cuidado não é à toa. Para fabricar uma rolha de cortiça, a árvore precisa ter entre 25 e 30 anos idade. Depois da primeira extração, a casca da árvore leva até nove anos para estar pronta para uma nova remoção. Ainda assim, Parmar lembra que esses materiais costumam ser subvalorizados e, por isso, frequentemente acabam no lixo.




Sensor monitora condições de plantas e envia dados para celular


É cada vez mais comum gadgets serem criados para facilitar a vida dos humanos. Existem aplicativos e tecnologias para os mais diversos tipos de necessidade. Uma empresa francesa criou um equipamento que monitora a situação das plantas domésticas.

A tecnologia em questão foi criada pela empresa francesa Parrot, que normalmente cria produtos de áudio, mas agora embarca em uma nova utilidade. Apelidado de Flower Power, o sensor inteligente monitora todas as variáveis possíveis em uma planta, como luminosidade, temperatura, umidade e níveis de fertilizantes.
Todos os dados são enviados ao celular através do Bluetooth. O sistema também disponibiliza uma biblioteca de plantas, para ajudar a melhorar o conhecimento dos donos, e consequentemente, o cuidado que eles têm para com a planta.

Esta não é a primeira tecnologia que promove certa interação entre plantas e pessoas. Como o CicloVivo já noticiou, designers norte-americanos também criaram um sistema parecido, chamado de Botanicalls, que envia mensagens sobre as condições da planta diretamente ao Twitter do dono.
O Flower Power ainda não está disponível para vendas, mas a empresa pretende iniciar a comercialização ainda neste ano.



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aprenda a fazer enfeites de natal aproveitando materiais

Existem diversas opções de enfeites ecológicos para fazer o seu natal mais ambientalmente correto. A sugestão que o CicloVivo dá hoje, são dicas de diversos artistas que reaproveitam materiais como rolhas, galhos, tecidos e rolos de papel higiênico, entre outros.

Flores feitas com fitas ou tecido
Recorte tiras bem compridas de tecidos coloridos, dobre-as uniformemente e passe o a linha por uma das extremidades, conforme figura presente na galeria ao lado. O modo como as tiras são costuradas pode variar, para que as flores tenham formatos distintos.

Flores feitas com rolo de papel higiênico
Pegue um rolo de papel higiênico e retire qualquer resíduo de papel ou cola que estiver presente. A seguir, recorte seis “anéis” com cerca de um centímetro de largura, para cada flor. Passe tinta de sua preferência, dentro e fora de cada anel e espere secar. Cole os anéis em formato de pétala e espere secar. Se quiser fazer uma flor sem ser vazada, cole as pétalas separadas sobre um tecido, filtros de café usados e limpos ou papelão, e recorte os excessos.

Para finalizar, passe uma linha por uma das pétalas, una as extremidades do fio com um nó e a flor já estará pronta para ser pendurada.
Árvore de natal feita com galhos
Para começar a construir esta árvore é preciso primeiro encontrar alguns galhos. Faça a seleção dos mais bonitos e mais lisos. A seguir determine qual será o tamanho da base de sua árvore e corte o ramo. Para cada “nível” da árvore diminua cerca de um centímetro, o comprimento dos galhos. Entre cada um, coloque um toquinho de um centímetro, todos estes pedaços podem ser colados com cola quente, para darem forma à árvore. No entanto, existe outra opção, que deixará o artesanato parecido com um móbile. Para isso, faça um furo que atravesse cada peça – de preferência com uma furadeira, depois passe com linha ou um fio de náilon pelo buraco, intercalando os “galhos” e o toco, em ordem crescente. O ideal é que sobre uma alça de náilon para que a árvore possa ser pendurada posteriormente. Se quiser decorar seus galhos, pinte-os depois de furá-los e espere secar.

Enfeites de rolhas
Perfure a rolha no sentido longitudinal e acrescente miçangas decorativas em cada uma das pontas, presas por um fio. Para furar a rolha o ideal é utilizar a furaderia com uma broca pequena. Para finalizar, dê um nó nas pontas para que não se soltem.
Caso prefira, é possível colocar no lugar das coquinhos, sementes ou pequenos caroços no lugar das miçangas.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Nova lâmpada economiza 90% de energia. SERÁ?

Empresa americana Firefly acaba de apresentar sua nova criação: uma lâmpada LED que dura 40 anos e economiza 90% da energia necessária para iluminar um cômodo. Localizada no estado do Texas, EUA, a marca, já conhecida por suas lâmpadas LED, lançou o novo modelo com a proposta de reduzir significativamente o consumo de energia residencial. A Firefly LED deve ser comercializada a US$ 35 (aproximadamente R$ 70).

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Armazenando a água descartada pela pia, o Eco-Bath economiza água





A água que é descartada pela pia vai direto para um reservatório que, quando cheio, acende uma luz LED verde indicando que contem água o suficiente para a descarga.
O Eco-Bath conta com 2 reservatórios, um com água da pia e outro da caixa d’água, para ninguém correr o risco de ficar sem água para a descarga na hora H.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Quiosque solar ilumina a África


Imagine um lugar onde o pôr do sol significa a escuridão total e quem quiser um pouco de luz para estudar ou trabalhar durante a noite precisa recorrer a lampiões de querosene, cuja fumaça é extremamente prejudicial à saúde. 

Pelo menos 1,5 bilhão de pessoas no mundo vivem nessa condição de isolamento energético, sem acesso à rede elétrica. Mas uma nova invenção pode mudar isso. É o SolarKiosK, um quiosque movido a energia solar, ou como chamam seus criadores, a empresa alemã SolarKiosk GmbH, uma “unidade de negócios autônoma”. 

O primeiro exemplar começou a operar em julho num vilarejo da Etiópia, um dos países mais pobres do mundo. O quiosque vende de tudo: alimentos, pilhas, lanternas, bebidas, medicamentos, cartões para celular, entre outros produtos típicos de um posto comercial convencional. Seu diferencial, no entanto, reside da oferta de energia, limpa e renovável, produzida pelos painéis solares no teto.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Olimpíada de Londres tem velódromo sustentável

Os jogos olímpicos de Londres contam com quatro grandes estruturas construídas especialmente para receber algumas modalidades esportivas. Entre elas está o Velódromo, construído de maneira sustentável para abrigar as provas de ciclismo.

O projeto é do escritório inglês de arquitetura Hopkins, que levou em conta diversas premissas sustentáveis para construir um prédio altamente eficiente em energia. O edifício é elegante e os criadores garantem que foram usados materiais simples, que permitiram o cumprimento do prazo temporal e da disponibilidade orçamentária dos clientes.

A inspiração para a construção do velódromo foi a própria bicicleta, um objeto ergonômico engenhoso e que possui eficiência inigualável, segundo os arquitetos. “Queríamos que o mesmo design e criatividade aplicados na fabricação de uma bicicleta fossem manifestados no edifício”, informa o site do escritório Hopkins.

O Velódromo tem capacidade para receber até seis mil espectadores, acomodados de maneira confortável e com a capacidade de visualizar a pista em sua totalidade.

O ponto alto da estrutura é o telhado, branco e repleto de claraboias que atravessam todo o complexo e maximizam o aproveitamento da luminosidade natural. Além disso, o telhado conta com a utilização de um material específico que desvia o forte calor do sol durante o verão, para reduzir a quantidade de energia necessária para o arrefecimento.

O revestimento exterior é feito em madeira porosa, que facilita a ventilação natural cruzada e o edifício ainda conta com um sistema de captação da água da chuva, para que ela seja posteriormente utiliza no abastecimento.

(CicloVivo)